O exercício constante da paz…

Só tem começo, mas não tem fim.

Não me ache um pessimista ou uma pessoa com palavras de motivação vazia.

Com o passar do tempo algum grau de sabedoria pode surgir através de situações frequentes e com a convivência com certos tipos de pessoas. Alguns diriam que é uma vida em repetição, mas eu não enxergo assim.

É um fato presente e insistente na existência de qualquer pessoa, restando apenas escolher: ceder aos instintos de fúria ou aprender o caminho da paz mesmo com o caos e a ignorância.

Você possivelmente irá concordar comigo que ceder muitas vezes é a escolha mais fácil porque não exige esforço, basta apenas deixar-se ir no embalo das emoções – qualquer que seja ela. O caminho do instinto não oferece resistência, muito menos requer elevado nível de inteligência emocional: é a reação natural que qualquer ser humano tem diante de situações ou pessoas.

Não há reflexão consciente ou intencionalidade, apenas uma vontade descontrolada alimentada por raiva, indignação ou medo reprimido. Não vou mentir…às vezes ainda caio na armadilha de querer igualar o tom da voz ou o uso das palavras como uma condição necessária para me sentir melhor e para acalmar minha inquietação.

Até quando vamos fingir que está tudo bem?

Sem resolver as questões que nos sabotam como seres humanos a paz será uma utopia…coisa de filme…teoria de religião.

O exercício constante da paz é uma escolha que requer esforço, dedicação e, em muitas situações, força de vontade para lidar com o instinto que deseja pulsar e gritar. A paz exige um movimento deliberado e uma intenção reflexiva que por vezes incomoda porque conduz a análise de falas e gestos inapropriados – que fazem mal a si e aos outros.

Essa análise pode mexer com diversos fatores do passado e do presente que a gente esconde e finge que não interfere na nossa vida, ou pode pedir que tenhamos que resgatar a atenção perdida de uma rotina que já nos transformou em robôs. Independente da razão-chave, caminhar com intenção e consciência para a paz é que pode tornar a minha mais prazerosa.

O exercício constante da paz…Só tem começo, mas não tem fim.

Por Ricardo Verçoza – Professor e escritor.

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