O mundo do cinema: deficiência, inclusão e superação no filme “Meu nome é rádio”

Uma história singela!

Eu não tenha outra forma de descrever minha impressão ao ver o filme “Meu nome é rádio”!

Sua narrativa é morna no início – por isso eu te peço que insista no filme-, mas depois começa a apresentar fatos que merecem nossa atenção porque é, em algum lugar do mundo, uma realidade. O filme conta a história de James Robert Kennedy, interpretado por Cuba Gooding Jr. (de “Muito além dos limites” e “Homens de honra”), mas, por não saber falar direito, tem o apelido de “rádio” (devido ao hábito de ouvir o aparelho).

Rádio circula sempre pelo campo de futebol americano cujo treinador é Harold Jones (interpretado por Ed Harris, de “O show de Truman” e “Círculo de Fogo”), e ambos têm um interesse (que não é compartilhado, a princípio): o de rádio era no futebol, o do técnico Jones era entender a razão daquele rapaz estar ali todos os dias de treino. Após uma brincadeira de mau gosto dos jogadores do time de futebol, Jones ajuda rádio e procura se aproximar.

Pouco a pouco o técnico Jones vai conhecendo mais de rádio, entendendo suas limitações e o chama para ajudar o time de futebol. Dificuldades existiram? Claro. Contudo, o mais notável foi a melhora de rádio, saindo de um estágio onde quase não falava e não interagia para um estágio onde falava e interagia com certa perspicácia e bom-humor. A narrativa também traz o motivo pelo qual o técnico Jones ajuda rádio (você vai ter que assistir porque eu não vou dar spoilers!).

Assistir ao filme é um passaporte para refletir sobre empatia e inclusão. Diante de tantas situações de pessoas com algum grau e tipo de deficiência, podemos debochar e excluir, ou podemos respeitar e acolher… pode não ser fácil, mas é necessário. O filme é baseado em fatos reais, e isso traz a história um significado especial. Integram o elenco Sarah Drew (de “Anatomia de Grey” e “Indivisible”) e Alfre Woodard (de “12 anos de escravidão” e “Holiday Heart”). Compartilha comigo o que você achou do filme, seja um comentário aqui ou nas redes sociais. Grande abraço! OBS: o filme está disponível na Netflix e no Youtube.

Filme: Meu nome é rádio.

Direção: Michael Tollin.

Tempo: 1h e 49m.

Dá uma olhadinha no trailer:

Paz e bem!

Por Ricardo Verçoza – Professor e escritor. Twitter:  @CapitaoCoragem

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