O mundo das palavras: rotina, foco e percepção de valor no livro “Essencialismo – a busca disciplinada por menos”

Nem sempre na nossa vida ter muita coisa para fazer significa que está tudo bem, ou que funciona como o planejado (se é que existe um). Fomos nos acostumando com a correria do mundo atual, e pouco a pouco internalizamos a ideia da pessoa e do profissional multitarefa, e como consequência, acumulamos compromissos, atividades, reuniões,…

Autenticidade com diversão é difícil imaginar?

Bobo. Não como tolo…não como fútil, mas como alguém que ao realizar alguma coisa, tempera suas ações com diversão…com leveza. Na sociedade das atividades cronometradas, precisamos enxergar o tempo como aliado e não como um elemento mortal que nos faz perder momentos belos. Teoria. Conserto. Compromisso. Aula. Trabalho. Relação. Aprendizado. Almoço. Tantos são os afazeres…

Quando a rotina tem seu valor!

Quando tudo está bem os momentos passam diante dos nossos olhos e não prestamos atenção. Automatizamos o nosso olhar, a maneira como conversamos… esquecemos de ouvir quem importa e deixamos de fazer gestos de afeto. Quando tudo está bem às vezes esquecemos o valor da gratidão. Acordar bem após uma noite de sono não basta……

Hábitos!

Nós, do campo do estudo, da Ciência, da Epistemologia, que é a própria teoria da ciência, nos dedicamos a olhar o quanto que o hábito pode obscurecer a nossa capacidade crítica. As coisas feitas por um hábito podem ficar privadas da capacidade crítica, de reflexão, de peneirar o que serve e o que não serve…

Todo mundo precisa de uma válvula de escape…

É a necessidade de rapidez, O excesso de compromissos, A quantidade de obrigações, Tudo o que nos faz escravos e submissos, E que sempre nos impulsiona para mais realizações… Às vezes irrita e enfraquece, Tira a paz e enlouquece! Não é fácil vestir a armadura da perfeição, Buscando não se mostrar vulnerável… Fingindo que não…