Educar sem domesticar

Paulo Freire falava do risco da educação que ele chamava de “bancária”. Obviamente não tem a ver com a profissão de bancário, mas muitas pessoas supunham que, para educar alguém, bastava fazer depósitos sucessivos, como se fosse num banco e no dia da prova se fazia o cheque, que vinha com ou sem fundo. Como…

As pessoas não são substituíveis!

E nem podem ser tratadas como objetos. Pessoas não são substituíveis e como é difícil para alguns indivíduos entender essa lógica no cotidiano. Entre compromissos marcados e atividades para fazer, não temos mais paciência para uma conversar olho no olho… dificilmente deixamos recados apaixonados ou engraçados no papel… ou ainda, não queremos perder tempo numa…

Pequenos aborrecimentos…

Sair de casa e perceber que esqueceu a chave (Menos mal se você tem como entrar depois). A bicicleta quebrar bem na metade do caminho pretendido. Não passar naquela seleção de emprego que prometia grandes oportunidades. Se perder dos amigos na multidão de carnaval. Andar tão distraidamente na rua a ponto de pisar num “cocô”.…

De públicos analógicos a interatuantes digitais: a web mudando relações e padrões de consumo

Os meios de comunicação analógicos – como a imprensa, o rádio ou a televisão-, promoveram a massificação da informação para um público que era ávido por notícias. Esses meios, além de promoverem a massificação da informação, fizeram com que ela chegasse as mais diversas pessoas, já que anteriormente só quem tinha condições financeiras era favorecido.…