Curiosidade, vulnerabilidade e vida.

Optar por ser curioso é escolher a vulnerabilidade, porque, para isso, precisamos nos render à incerteza. Mas nem sempre tivemos escolha: nós nascemos curiosos.

Com o tempo, entretanto, aprendemos que a curiosidade, assim como a vulnerabilidade, pode causar sofrimento. Então adotamos estratégias de autoproteção – preferimos a certeza à curiosidade, a armadura à vulnerabilidade, o que já sabemos ao que podemos aprender.

Mas esse isolamento cobra um preço – que raramente é levado em conta quando estamos concentrados em encontrar uma saída para a dor.

Einstein dizia: “o importante é não parar de perguntar. A curiosidade tem sua razão de ser”. Não se trata de uma simples ferramenta usada na aquisição de conhecimento; ela nos lembra de que estamos vivos. Vários pesquisadores já encontraram provas de que a curiosidade está relacionada à criatividade, à inteligência, à melhora do aprendizado e da memória, e à resolução de problemas.

Por Brené Brown, do livro “Mais forte do que nunca – caia. Levante-se. Tente outra vez.”

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.