Sirva e enriqueça.

Aumentar a própria riqueza é uma boa forma de motivação. A maioria das pessoas sente vergonha só de pensar assim. Não querem ser consideradas egoístas ou ambiciosas demais. Muitas têm a noção equivocada de que para ganhar dinheiro é preciso tirá-lo de outra pessoa. Ou temem dar a impressão de que são obcecadas por isso. Mas sabe quem é realmente obcecado por dinheiro? As pessoas que não têm nenhum. Elas pensam nesse assunto o dia inteiro.

Está nas conversas da família, na mente delas na hora de dormir e se torna uma parte destrutiva dos relacionamentos. A melhor forma de não ser obcecado por dinheiro é ter um bom plano para chegar à independência financeira. O caminho para a riqueza sempre passa pelos seus contatos profissionais. Quanto mais você servir nesses relacionamentos, mais produtivos eles serão, e mais dinheiro você vai ganhar. “O dinheiro é uma energia vital que trocamos e usamos como resultado dos serviços que prestamos ao universo”, escreveu Deepak Chopra em Criando prosperidade.

Quando você compreende que o dinheiro flui a partir do serviço, tem a oportunidade de entender algo ainda mais valioso: quantias inesperadamente altas de dinheiro vêm de níveis inesperadamente altos de serviço. Uma forma de servir as pessoas em sua vida é perguntar a si mesmo: “O que elas esperam?” Quando isso ficar claro, a próxima questão será: “O que posso fazer que elas não estão esperando?”

É sempre o serviço inesperado que gera mais comentários e agradecimentos. E quanto mais falam de você, mais seu valor aumenta em sua área profissional. Como o grande estudioso da prosperidade Napoleon Hill enfatizou muitas vezes, o hábito de ir além do que lhe exigem atrai grande riqueza. É sempre uma estratégia inteligente no trabalho fazer mais do que lhe pagam para fazer.

É quase impossível manter um alto nível de motivação quando se está preocupado com dinheiro. Não se envergonhe de passar muito tempo analisando sua situação e planejando seu futuro financeiro. Pensar sobre dinheiro com antecedência o libera de ter que estar sempre pensando nisso depois.

Permita-se associar o próprio bem-estar financeiro com uma capacidade maior de ajudar os outros. Se eu estiver vivendo na pobreza, como vou poder dar amor e atenção suficiente aos meus filhos e me doar ao próximo? Como posso ser útil se, por pura falta de planejamento criativo, estou sempre preocupado com minhas dívidas? “A pobreza não é uma desgraça”, disse Napoleon Hill. “Mas certamente não é algo que se recomende”.

Por Steve Chandler, do livro “100 maneiras de motivar a si mesmo”.

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