Fábula “O rio e o oceano”.

Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano ele treme de medo.

Olha para trás, para toda a jornada, os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre.

Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece.

Porque apenas então o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.

MORAL DA HISTÓRIA: se prender ao que já passou pode nos impedir de enxergar o novo e a transformação. Não é esquecer nem fingir que nunca houve, mas entender que o caminho da maturidade requer estar em paz para reconhecer as oportunidades.

Fonte: livro “Metáforas terapêuticas”.

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