Derrapar…capotar…e se perder pelo prazer!

Certas conexões que são estabelecidas nos trazem a sensação de aventura, fazendo a adrenalina pulsar pelas veias ao jorrar desejo a cada brincadeira da imaginação.

O que é imaginado funciona como uma força motriz para todo o corpo, que em alguns momentos causa dor e tristeza, noutras vezes causa êxtase, arrepios e um agradável passeio pela liberdade de viver.

Não tem como você controlar…é inevitável!

Isso é fome, com começo e meio…mas terá um fim? Talvez não.

Essa fome é representativa, habitando o inconsciente e inquietando o consciente, e como é conhecida depende de pessoa para pessoa: saudade, o proibido, amor, curiosidade, um passado mal resolvido…

E o que deve ser feito? A decisão é inteiramente sua.

Mas se eu puder sugerir…

Você pode escolher aprisionar todo esse sentimento e pouco a pouco perder a batalha da auto-expressão e da autenticidade. Você suportaria perder?

A outra escolha seria transbordar tudo isso que você guarda sem se prender a falsa moral ou as regras tolas, vivendo um dia de cada vez.

Esteja preparado (a) para…

Derrapar nas curvas da vida e entender os momentos de inconstância que podem render boas memórias. É preciso resgatar o brilho da natureza humana que há dentro de você, compreendendo que nossa existência não segue a conformidade dos trilhos de um trem, mas se faz e refaz na nossa disposição para ousar.

Esteja disposto (a) a…

Capotar na pista da existência humana, se permitindo viver o desconhecido e perder-se no próprio mar de sentimentos. Dependendo da sua abertura e intensidade, o resultado dessa experiência pode te proporcionar a sabedoria necessária para edificar o amor e reconstruir-se nos momentos de dor.

Esteja em paz para…

Se entregar ao prazer. Não há razão para pedir autorização nem seguir o que é dito como “o certo”, quando o que está em jogo é você se lambuzar com o prazer.  Fingir que você não liga ou que não tem interesse não ajuda a sumir com o prazer…apenas o intensifica de tal maneira que dia e noite você será consumido (a) por um desejo sem fim. Nesse estágio, a racionalidade foi embora a um bom tempo!

Espero que você não esteja esperando manual de instrução, por que isso se trata, na essência, de tentativa e erro.

Por Ricardo Verçoza – Professor e escritor.

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