O mundo do cinema: boxe, crise financeira e coragem no filme “A luta pela esperança”

É inevitável durante a vida a existência de altos e baixos, ou seja, momentos de felicidade e glória, e momentos de tristeza e fracasso. Isso faz parte do processo que é amadurecer… para o aprendizado e para a convivência… de decisões e resultados. Bem…alguns de nós conseguem entender isso, desenvolvendo resiliência suficiente para continuar seguindo, já outros tantos se perdem diante dos contextos vividos.

Um filme que mostra de maneira interessante essa capacidade que o ser humano pode ter de superar as dificuldades é “A luta pela esperança” (no original em inglês “Cinderella Man”). A narrativa nos apresenta a história de James J. Braddock, interpretado por Russell Crowe (de “Noé”, “Gladiador” e “Uma mente brilhante”), que vive os altos e baixos tanto na sua carreira como boxeador como na sua vida particular.

Após viver uma sequência boa de vitórias, Braddock – assim como tantos outros americanos-, sofreu com a depressão que teve início em 1929. Problemas de moradia, de alimentação, de saúde dos filhos, e para completar, ao final de uma luta que seu empresário conseguiu para ver se Braddock ganhava algum dinheiro, perde a licença para ser boxeador. UFA!… Paro com os spoilers por aqui!

O filme é baseado em fatos reais. Algumas críticas mostram a distorção de alguns fatos (como o comportamento do adversário de Braddock na última luta), mas acredito que isso não tira o brilho do contexto geral e nem diminui a intenção de querer deixar uma mensagem positiva – mesmo com as dificuldades em nossa vida. O filme ainda conta com a participação de Renée Zellweger (de “Jerry Maguire: A Grande Virada” e “O Bebê de Bridget Jones”), que interpreta a esposa de Braddock, além de Paul Giamatti (de “O ilusionista” e “O resgate do soldado Ryan), como o empresário e amigo de Braddock. O filme está disponível na Netflix e no Youtube.

Link no Youtube:

FILME: A luta pela esperança” (no original em inglês “Cinderella Man”)

TEMPO: 2h e 24 minutos

DIREÇÃO: Ron Howard.

ANO: 2005.

Paz e bem.

Por Ricardo Verçoza – Professor e escritor.

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